A cimeira da NATO em Portugal está a ser vivida num contexto de cortes de liberdade sem precedentes com o objectivo de fazer frente ao fantasma mediático do black block. Pelo menos 180 pessoas foram já repatriadas e 16 detidas na fronteira. Enquanto os activistas que estão na cidade levam a cabo as conferências alternativas e as acções pacíficas de protesto. Até ao momento contam-se 42 detidos e abundam as irregularidades na gestão policial.
O governo português está a deportar ou a impedir o acesso a todas aquelas pessoas que transportem qualquer documento relacionado com a NATO, a guerra no Afeganistão ou a própria contra-cimeira. Esta actuação surge justificada pela supressão temporária da lei Shengen aplicada pelo governo português, impedindo a livre entrada de pessoas da União no país. A polícia está a utilizar arquivos ilegais para identificar potenciais activistas com base em identificações ocorridas em protestos anteriores fora de Portugal. Em alguns casos estão a perguntar aos visitantes a sua ideologia política, e a registar os seus pertences, tal e como afirmam alguns dos afectados.
O governo português está a deportar ou a impedir o acesso a todas aquelas pessoas que transportem qualquer documento relacionado com a NATO, a guerra no Afeganistão ou a própria contra-cimeira. Esta actuação surge justificada pela supressão temporária da lei Shengen aplicada pelo governo português, impedindo a livre entrada de pessoas da União no país. A polícia está a utilizar arquivos ilegais para identificar potenciais activistas com base em identificações ocorridas em protestos anteriores fora de Portugal. Em alguns casos estão a perguntar aos visitantes a sua ideologia política, e a registar os seus pertences, tal e como afirmam alguns dos afectados.
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